
bp nomeia Ian Tyler como Chair após amplo processo de seleção
Um novo chair chega à bp em um momento de recalibração estratégica — com implicações que se estendem às suas posições em águas profundas no Brasil.
Inteligência para a indústria de petróleo & gás offshore
Seção

Um novo chair chega à bp em um momento de recalibração estratégica — com implicações que se estendem às suas posições em águas profundas no Brasil.
A transição de liderança na afiliada de subsea da Edison Chouest Offshore sinaliza continuidade operacional em um segmento de serviços técnicos especializados.
Ao acumular os papéis de head of country e VP sênior de upstream, Felipe Arbelaez concentra representação institucional e portfólio E&P em uma única figura.
Pela primeira vez, um evento paralelo à ONS reúne executivos de Petrobras, ANP e Equinor para avançar a pauta energética brasileira em Stavanger.
O episódio recoloca uma questão recorrente para empresas de serviços marítimos offshore: como as estruturas de governança se sustentam quando a liderança enfrenta escrutínio regulatório.
De novas construções à descomissionamento e eólica offshore, o mais recente panorama setorial da Firjan delineia os vetores estruturais que estão redesenhando a economia dos estaleiros fluminenses.
A unificação de Siemens Energy e Siemens Gamesa sob uma única identidade sinaliza uma virada estratégica com implicações para fornecedores do setor energético brasileiro.
A saída de uma das principais referências técnicas em petróleo e gás da EPE para uma major internacional levanta questões sobre retenção de expertise regulatória no setor público.
EDP Espírito Santo e Statkraft Brasil ajustam suas estruturas de comando em um momento de crescimento declarado para ambas as operações no país.
A troca no comando da Equinor Brasil reflete uma rotação estratégica de executivos com perfil de mercados emergentes e portfólios complexos.
Matthias Altendorf é nomeado próximo chair do LR Group e da Fundação, sucedendo Thomas Thune Andersen ao término de seu mandato.
A transição de liderança ocorre enquanto um projeto de gás natural da companhia se aproxima da primeira produção — uma combinação que merece atenção do mercado regional.
A escolha de Henning Berg sinaliza como a Viridien pretende se reposicionar no mercado global de sísmica após sua reestruturação recente.
A nomeação de Henning Berg como CEO sinaliza uma aposta da Viridien em liderança com perfil de serviços integrados num mercado sísmico em reconfiguração.
Olivier Blaringhem assume o comando da BOURBON em setembro, encerrando quase uma década de gestão de Gaël Bodénès à frente da empresa.