ADES obtém contratos de jack-up na Nigéria e no Reino Unido
O grupo de perfuração sediado na Arábia Saudita acumula contratos consecutivos em dois continentes, sinalizando demanda sustentada por capacidade de perfuração em águas rasas.
Inteligência para a indústria de petróleo & gás offshore
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O grupo de perfuração sediado na Arábia Saudita acumula contratos consecutivos em dois continentes, sinalizando demanda sustentada por capacidade de perfuração em águas rasas.
Um estaleiro coreano e um contratista offshore norte-americano se alinham para a construção doméstica de embarcações — um sinal das crescentes pressões de política industrial na América do Norte.
A aprovação regulatória do desinvestimento da Paratus abre caminho para a JV entre Borr e CME ampliar sua frota no mercado mexicano.
A aprovação sem restrições do negócio pelo antitruste brasileiro está sendo questionada pelos maiores compradores de serviços subsea do país.
Um contrato de porte intermediário no Sudeste Asiático oferece uma leitura útil sobre onde as diárias e as estruturas de prazo dos drillships estão se estabilizando globalmente.
A aquisição de 75% e a operatorship no Bloco 3 sinalizam um passo concreto na estratégia de internacionalização da estatal brasileira.
Uma investigação europeia de concorrência em fase plena sobre a combinação proposta levanta questões sobre estrutura de mercado que se estendem muito além das águas europeias.
A independente britânica supera etapa regulatória relevante em operação que redefine seu perfil de produção fora do Mar do Norte.
Um compromisso bilionário com a produção madura em águas profundas na África Ocidental levanta questões precisas sobre prioridades de alocação de capital no Atlântico.
A contratação pela subsidiária brasileira da Oceaneering sinaliza demanda contínua por capacidade de ROV work-class à medida que a Petrobras mantém sua atividade de intervenção subsea.
Um contrato de fornecimento de gás com prazo de 15 anos aproxima o empreendimento de US$ 3 bilhões do FID — um sinal que merece atenção no contexto global do LNG flutuante.
Uma segunda tentativa, uma lista ampliada de pré-qualificados e uma estrutura BOT: a Petrobras aposta em um modelo contratual distinto para viabilizar o próximo ciclo de um campo maduro.
A mudança de modalidade contratual no principal terminal de transbordo do Brasil sinaliza uma nova fase na gestão de capacidade de exportação de petróleo.
A aquisição da participação da BP eleva a Equinor a operador único do projeto canadense, sinalizando maior agilidade para a decisão final de investimento prevista para início de 2027.
Uma revisão regulatória mais aprofundada na Austrália adiciona incerteza a uma consolidação que redesenharia o mercado global de SURF e construção subsea.
Uma perfuradora registrada nas Bermudas e uma entrante com respaldo norueguês se aproximam do fechamento da fusão — um movimento de consolidação relevante enquanto o mercado de MODUs continua a se reconfigurar.
A negociação sinaliza crescente apetite institucional por compromissos de longo ciclo em P&A — segmento com relevância direta para o portfólio offshore maduro do Brasil.
Acordo de serviços multianual de porte relevante sinaliza apetite contínuo dos operadores por parcerias de engenharia de longo prazo em operações de campos maduros.
Uma concessão de três anos sinaliza demanda contínua por serviços especializados de embarcações offshore — e levanta questões sobre os rumos da estratégia global de frota da DOF.
A Tower Resources obtém aprovação formal para entrada da Prime Global Energies no PEL96 — uma transação de pequeno porte que oferece um ponto de referência sobre como reguladores em bacias de fronteira processam cessões de licença.