Petrobras receberá US$ 859 mi em acordos de equalização de Berbigão e Sururu
Acerto financeiro entre consorcistas na Bacia de Santos formaliza décadas de gastos e volumes desbalanceados nos campos compartilhados.
Inteligência para a indústria de petróleo & gás offshore
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Acerto financeiro entre consorcistas na Bacia de Santos formaliza décadas de gastos e volumes desbalanceados nos campos compartilhados.
A venda de 30% do projeto canadense a um parceiro de peso sinaliza como as majors estão calibrando exposição em fronteiras de alto custo.
A extensão por dois anos de acordos estratégicos de framework sinaliza continuidade nos serviços de completions — e serve de contraponto à forma como os mercados norueguês e brasileiro estruturam suas contratações.
A parceria com a Amariko sinaliza como fabricantes de equipamentos offshore estruturam distribuição regional fora de seus mercados centrais.
A aquisição sinaliza um movimento de consolidação de ativos de alto valor no segmento de CSVs, com conclusão prevista para outubro de 2027.
A transação reconfigura o mix de operadores ao largo de Newfoundland e Labrador — e oferece um ponto de referência para como independentes de médio porte estão precificando ativos na margem atlântica.
A saída do mercado de propriedade de embarcações pela DDW reflete um reposicionamento estratégico mais amplo no segmento de AHTS, com implicações para o mercado brasileiro de apoio offshore.
Uma LOI de nove dígitos com vigência até 2028 sinaliza confiança sustentada do cliente em tonelagem de apoio à construção de alta especificação.
O aval ministerial à transferência de três licenças sinaliza que a bacia de fronteira da Namíbia está atraindo capital de grandes operadoras — uma dinâmica relevante para o mercado brasileiro.
A operação adiciona exposição em produção, desenvolvimento e exploração em uma única transação — um padrão de consolidação que merece atenção do mercado brasileiro.
Um compromisso de longo prazo com fornecedor norte-americano sinaliza uma reconfiguração deliberada no portfólio de gás da estatal brasileira.
Com R$ 250 milhões investidos este ano, a empresa de serviços marítimos reforça capacidade portuária e offshore enquanto avalia as exigências operacionais de uma nova fronteira exploratória.
Acordo com Sebrae/SE e IEL/SE sinaliza que a fase de desenvolvimento local do projeto Sergipe Águas Profundas avança antes mesmo da operação.
Três contratos simultâneos — dois em refinarias paulistas e um em Macaé — sinalizam o ritmo de contratação no segmento de manutenção industrial.
A companhia assina MoU com a Halliburton para a Venezuela enquanto posiciona ativos para o 6º Ciclo de Oferta Permanente da ANP — dois movimentos que revelam uma estratégia de crescimento em duas frentes.
A conclusão dos acordos comerciais entre Shell e NGC representa uma etapa concreta no desenvolvimento de gás offshore no Caribe — com referências analíticas relevantes para mercados emergentes de gás.
Um SPA de 20 anos com a Sempra Infrastructure sinaliza uma reorientação deliberada na forma como a Petrobras estrutura seu portfólio de gás de longo prazo.
A potencial venda de um dos portfólios de infraestrutura FLNG de maior expressão levanta questões sobre rotação de capital e o apetite existente por ativos de GNL flutuante em escala.
Com aval do CADE, a integração cria uma entidade unificada que reposiciona o segmento de suporte offshore no Brasil.
A adjudicação a um consórcio no Golfo Arábico sinaliza demanda contínua por EPCI de plataformas fixas — uma estrutura de mercado que fornecedores brasileiros podem tomar como referência.